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Meu perfil BRASIL, Sudeste, BAURU, Homem, de 26 a 35 anos, English, Arte e cultura, Cinema e vídeo MSN - alezuza@hotmail.com |
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Como todas as manhãs subo a Frei Caneca para ir trabalhar. Em, no máximo 20 minutos, já estou sentando na minha cadeira. Porém, às quintas, tudo muda. Na esquinha da São Miguel, entro na feira, bem no comecinho e compro o meu pastel de feira. Hoje me atentei em sabores novos, porém, o tradicional de queijo falou mais alto.
Ouço nesse momento a trilha de "O Casamento do Meu Melhor Amigo". Filme que comprei em DVD na Fnac há uns dois sábados atrás, quando passeava por lá com o Luis. Gosto muito desse filme e adoro o final, super politicamente correto. Embora o personagem do Dermot amasse a Julia, a vida dele, no momento era com a personagem de Cameron, já que o momento com a primeira, embora tenha sido uma paixão "daquelas", já havia passado.
Coisas novas acontecendo: matriculei-me na academia e segunda colocarei as juntas enferrujadas para funcionar. Também vou fazer um curso on line pelo Comunique-se sobre redação em revistas e jornais. Ah...e o meu celular novo está para chegar. Domingo agora vou com a turminha ao Play. Mas do que um dia de reunir todos, espero que seja um dia divertido.
Depois de um final de semana agitado, como foi o anterior, nesse só quero mesmo ir até o parquinho e ponto.
Minha cabeça realmente não para. Gostaria, sem pestanejar, de em alguns momentos me tornar um ser inerte. A impressão que eu tenho é que de que tudo seria mais fácil e menos doloroso. Pensar em excesso, questionar em demasia, argumentar em contrapartida, meio que são ações que me estafam cada vez mais. E, alguns acontecimentos, ou um em específico, fazem com que eu repense muitas coisas. É como seu eu já desconfiasse dessa minha ânsia, porém, as coisas vão ficando mais claras com o decorrer da idade, das experiências e das páginas que se seguem.
Queria um pouco mais de sossego. Desde que me mudei para Sampa, só consegui ficar dois ou três sábados em casa, jogado, sem fazer nada. Estou sentindo falta disso. Lembro-me que em Bauru, mesmo com uma vida social bem agitada, às vezes combinava com o meu irmão de fazermos "sessão pipoca". Ia a locadora, pegava uns cinco filmes, e começávamos a ver o primeiro lá pelas 8 da noite. Víamos uns três e deixávamos o restante para o domingo. Entre um filme e outro, pausa para o banheiro, lanchinhos e consultar os emails e as notícias na Internet. Sim, sou ativo até de mais. Recordo-me, que ele não conseguia acompanhar o meu pique, e lá pelo terceiro ou quando insistíamos no quarto filme, lá estava o Thiago desmaiado em um dos sofás. Saudade...
Ontem fui ao Hopi com amigos novos. Pessoas que eu conheço há pouco mais de dois meses alguns e um mês, outros. Estranha a sensação. Não havia uma referência ali mais solidificada. Como agi? Deixei com que as coisas se encaminhassem naturalmente e, no mínimo, me diverti horrores, conhecendo mais essas pessoas longe dos palcos da Trash80s. O mico do dia foi que, seis das noves pessoas presentes, passaram mal na xícara. Sim, aquela mesma, que sempre está localizada na área infantil. Depois de loopings, descidas virtuosas e chacoalhões, todos foram passar mal justo no brinquedo mais tonto.
Hoje estou sentindo falta de não querer pensar, de que não querer agir, de não querer estar tão exposto.