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Meu perfil BRASIL, Sudeste, BAURU, Homem, de 26 a 35 anos, English, Arte e cultura, Cinema e vídeo MSN - alezuza@hotmail.com |
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Sou filha-da-puta mesmo! Não tem jeito...sempre cago no mesmo ponto. Não adianta...não adianta! Homens, independente da sexualidade e das variantes que a vida oferece, sempre sentem-se coagidos quando explicitamos logo de cara as nossas intenções. A palavra namoro, compromisso, paixão ou semelhantes podem parecer interessantes na Revista Nova ou nos livros de auto-ajuda, mas dita para aquela pessoinha que mexe com você é um risco quase inevitável. Em contra-partida, sabe o que se ganha em troca? Pérolas como "você nem me conhece para saber dos seus sentimentos?". Bom, nunca idealizei o amor....nunca fui -porém não reprovo- aquele tipo de cara que fica imaginando uma relação com casinha montada, roupas juntas no armário e planos para daqui não sei quando. Quando penso em uma vida à dois o máximo a que chego são atos como dedicação, bons papos, companheirismo, momentos prazerosos juntos e coisinhas bobas, que todo casal apaixonado tem, como um linguajar próprio e brincadeirinhas que mais se parecem com as do Jardim da Infância.
Voltando a pergunta em questão, dos meus sentimentos sei eu!!! Não peço para ninguém gostar de mim, não imploro e nunca implorei pelo amor alheio, porém sei da veracidade dos meus suspiros. Estou longe de fazer a linha "sou um coitadinho, por favor, cuida de mim?".
Tá...eu sei que as palavras ditas precipitadamente assustam e, acho que até eu ficaria acuado, como já fiquei, mas nessas horas será que não vale colocar na balança outras coisas também. Compreendo e entendo os traumas alheios e pensando bem acho que peguei pesado. Acho que ainda dá tempo de voltar a ser o Alessandro racional e, na bem da verdade, só me estrepo quando o emocional entra em ação. Aos que me conhecem pessoalmente não reclamem dizendo que eu sou seco, frio e o caralho à quatro! Em se tratando de relacionamento, não vou mais demonstrar o que sinto. Quando bater essa vontade vou colocar uma música "trash" bem alta e sair gritando pela rua...talvez assim passa a vontade em gritar a todos e a ele em questão sobre os meus sentimentos.
PS: Fui gongado por todos os meus amigos que tomaram conhecimento da história
Hoje nem os Ursinhos Carinhosos me cativam mais!
Sinto que alguns planos para serem bem concretizados necessitam ter um encerramento de tudo que os prenda anteriormente a essa ação futura. Não quero ir embora com amarras, com vínculos, mas sim, livre de dependências e perduras. Quando arrisco-me em algo é fato! Pensar que estarei lá e ainda, por ventura, terei ligações profissionais por aqui não me agrada. Então, caminhando assim, alguns "nãos" valem mais como um "sim", e, portanto, isso soa positivamente. Parece-me que não conseguirei minha licença-prêmio na autarquia na qual atuo há 10 anos e 6 meses. No começo relutei em entrar com o pedido para tal, e a explicação é embasada nas linhas acima. Porém, como bom filho e irmão que ouve tudo, segui os conselhos familiares e, mesmo que a contra-gosto, cedi a pressão. Não vou correr atrás (o que poderia fazer) e acatarei a pré-decisão que chegou a mim ontem: eles não aceitam o meu pedido e conseqüentemente eu peço minha exoneração ou esqueço o pedido e continuo no emprego. Então tá! Pedirei minha exoneração, sim! Porém, somente no último dia, afinal, uma relutância não faz mal a ninguém.
Resumo do Carnaval: Cabeça longe o tempo inteiro. Além de ter ficado com uma gripe no segundo dia, a chácara não estava tão prazerosa como o ano passado. Mesmo estando com pessoas legais e outras que nem ligo, ter descansado a moringa...rs, e ter sido cercado por alguém que me olha há tempos e isso acaba fazendo bem ao ego, o fato é que eu não estava 100% ali. Não por não querer estar ali, mas sim, por não ter cabeça para curtir aqueles dias.
Sampa: Não tenho noção de quantos quilomêtros eu, Fabrício e Kei andamos no domingo. O resultado foi um pé esquerdo com dores semelhantes a de uma torção e calos em vários dedos.
Porém, valeu a pena! Conseguimos um apê bem legal, aconchegante e com uma ótima estrutura por um preço bem atrativo. Estamos fechando o contrato e só não dará certo se rolar macumba nesse meio tempo! E não vai rolar, porque aqui, o Santo (não sei qual) é forte! Ah...revi os meninos e isso foi tão bom. Além de me tratarem bem, fizeram de tudo para que o Fabs e a Kei sentissem-se a vontade. Aliás, o Fabs ficou encantando com a maneira afável e carinhosa que eles me tratam e ficou embasbacado ao saber que nos conhecemos a tão pouco tempo.
Sampa também me apresentou uma nova pessoa, digamos, uma figuraça. O Ric, que do virtual passou ao real e, deixando de lado as impressões pessoais pois essas guardo para mim, a que fica mesmo, num sentido mais amplo, é de uma pessoa que ousa ser livre ao extremo. O observava e imaginava que ele vive sem estar aí para o que pensam a seu respeito. Senti uma liberdade absurda ali. Nesse ponto, ele passa a perna em muita gente.