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Meu perfil BRASIL, Sudeste, BAURU, Homem, de 26 a 35 anos, English, Arte e cultura, Cinema e vídeo MSN - alezuza@hotmail.com |
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Cá com os meus botões: será que a sinceridade, nua e crua, é a forma mais indicada a ser aplicada nas relações humanas? Sim, por que a tal qualidade é pregada como um dos grandes elementos na hora de julgar alguém como sendo uma pessoa decente. "Nossa...fulano é tão sincero!", passa a ser o mesmo que "essa pessoa presta". Não, não, não...não acomnteceu nada em específico que me fizesse refletir, além do normal, sobre isso. Sendo muito sincero não tinha o que postar mesmo. Não, não, não...minha vida não está um marasmo. Mas, na realidade não tem nada assim tão relevante! Opa...relevante. Talvez em alguns casos a sinceridade pode ser deixada de lado para relevar, omitir, deixar passar. Sim, afinal, porque temos que dizer que o cabelo do nosso amigo, naquele dia, não está muito legal? Se o cara estiver com a "bola meio baixa" é capaz de entrar numa deprê ou ficar de mal para sempre. Ou, se o casinho, num ato de extrema carência, perguntar sobre a qualidade do próprio beijo ou sobre o quanto é o seu sentimento por ele e num ato extremo você rebater com um " gosto só um pouquinho" ou "olha, ainda não deu aquele tchan"....complicado, né?
Meu último namorado, ou projeto de, lascou-me a seguinte pergunta em uma semana de tentativa de namoro: "Vc me ama?". Minha única reação foi dar uma gargalhada (sim, essa foi uma atitude sincera) e tentar mudar a conversa. Ele percebeu e preferiu voltar com o ex que havia dito-lhe, nesse mesmo dia que o amava. Sou sincero com os meus amigos, mas sou comedido com o que eu falo. Talvez o meu jeito meio impositivo pareça aumentar essa minha qualidade, porém, às vezes, tenho uma certa morosidade em querer usá-la. Nem sempre é bem vinda e ser sincero em muitos casos pode soar como grosseria e não como ajuda. Portanto, uso a no meu dia-a-dia de maneira bem dosada e em situações em que a pessoa precise mesmo ouvir aquilo. Espero eu, que ela esteja sendo bem aplicada.
Para Constar:
Estou correndo atrás do meu MTB.
Ontem almocei com o Fábio e com o Elton e, simplesmente, adoro! Sempre surgem papos bons e com argumentos pertinentes. Tudo muito longe de sacanagem, homem gostosos ou futilidades gratuítas.
O BBB5 está acabando com os meus nervos. Sim, não tenho vergonha em ser um jornalista popular...rs
Os bons papos continuam no MSN
Pensar em São Paulo causa-me arrepios e excitação. Semana que vem estaremos indo locar o apartamento.
Foi batido o martelo. Ficarei na chácara-chique de sexta à domingo. Na segunda, me despeço do povo e volto para Bauru ficar com a minha família.
O vidente, em novembro disse à Aline que ela iria receber um proposta de emprego em Botucatu e como ela não tem nenhuma ligação com a cidade achamos estranhos. Ontem, porém, Aline recebeu a tal proposta. Todos boquiabertos!
Ontem, em 2 situações diferentes, lembrei-me de um amigo que faleceu há quase 9 anos atrás. Era meu melhor amigo e em posts anteriores citei o caso au passant. Pois bem, ontem a Aline trouxe-me umas "trocentas"fotos para eu vender no Mercado Livre. Explico: o Gustavo é fã da Xuxa. Um dia, na casa dele, a Aline achou no lixo umas 600 fotos dela, todos bem legais. O Gú estava jogando simplesmente por ter repetida ou não gostar das mesmas, então, a Aline retirou-as do lixo e agora eu anunciei-as para a venda. Voltando ao fato, em uma dessas fotos, há uma em que a Xuxa veio fazer divulgação em Bauru e o Antonio Carlos, meu amigo, está nela. Comentei com o Gú no MSN, mas de maneira rápida, e 10 minutos depois ele estava assistindo ao vídeo desse dia, em que nós 3 estávamos no aeroporto aqui em Bauru para vê-lá, isso em 1995. E o Gú ia me descrevendo as atitudes do Antonio Carlos e o que ele falava. Hj, lembrei do fato, e ao olhar o calendário constatei que daqui há dois dias seria o aniversário dele. Não fiquei melancólico, fiquei apenas saudoso. Também percebi que não me lembro mais o número do telefone da casa dele e isso me soou como estranho, porém, nesse exato momento escrevendo, o 32226728 veio-me a cabeça. Nossa....nove anos é muito tempo.....é, e nada para!
Esses três últimos dias podem ser considerados, de fato, aos que levam-me à grandes momentos de sensibilidade e reflexão;
Na quinta, toda a história da homenagem da minha irmã, que me deixou à flor da pele. Ontem sai com o Gustavo e com a Renata. Ele, amigo há quase 13 anos. Ela, amiga há quase cinco. Ambos adoráveis e queridos. Dei cano no povo da editora e quis curtir meus amigos, afinal, indo embora não tenho previsão de quando poderei vê-los novamente. Fomos a Cachaçaria e comemos, bebemos e conversamos muito. Em um assunto em questão, enquanto um me defendia, o outro me acusava. Achei engraçado. Sem esperar, já que ela havia me confessado isso anos atrás e nunca mais falado sobre, Renata explicitou que quando me conheceu chegou a me paquerar e até citou fatos para ilustrar a conversa, Fiquei, novamente, envaidecido, afinal ela é mulher muito bonita. Decidimos sair dali e irmos "requebrar" um pouco. Depois de algumas voltas e de uma pane na parte elétrica do carro, o que perdurou poucos minutos, paramos em um bar gay. De imediato nos sentimos, ou pelo menos eu, fora de sintonia com o lugar: tudo muito pesado, ambiente carregado e seres estranhos. O lugar estava longe de ser descompromissado e com cara de diversão puramente, sem maiores obrigações. De cara, dei de cara com um ex. Na pista, além de estar abafado, a visão que tinha era de estava em um ambiente inóspito, estranho, perdido. O Gustavo se divertia e a Renata tentava. Ao segundo sinal de "vamos embora", decidi ir. Ficamos ali pouco mais de 40 minutos. Ao ver aquelas pessoas dançando me deu uma certa angústia em encontrar rostos conhecidos encaixotados nos mesmos lugares e guetos há anos. É como se os mesmos tivessem somente naquele quadrado a chance de encontrar diversão, pessoas, identificação e é óbivo: amor e sexo. Sem querer me defender, mas especificamente ali, um bar que já está aberto a pouco mais de um ano, foi o meu debut. O engraçado é que no bar anterior que é um ambiente muito bem frequentado e não gay, fui paquerado por um homem ao descer as escadas, indo embora. Como o meu radar anda desligado propositademnte nos últimos dias, nem percebi. Gustavo, em disparada, veio me contar a cena do cara soltando um "nossa" acompanhado de um olhar sedutor ao me ver passar. Só citei esse exemplo para dizer com isso que, em um ambiente muito mais saudável as coisas acontecem de um forma muito mais gostosa, menos carnívora ou distante de "estou indo lá para isso". Vale lembrar que nesse mesmo local, o não gay, um casal gay estava na mesa ao lado, e todas as mesas, tipicamente héteros e muitas familiares, agiam naturalemente e corretamente em relação aos dois. Voltando ao gueto, na calçada estava sentado um ex-amigo, talvez o único que carregue esse título e portanto, merecedor do mesmo. Ele me viu e se esquivou - há dois anos não nos víamos e senti que o mesmo levou um choque ao me ver. Eu não! Tranquilamente passei por ele, os amigos dele entreolharam-se, e o fitei dos pés a cabeça. Explico: dois anos atrás ele precisava de uma grana para comprar uma passagem para Londres, eu dei um jeito, arrumei o dinheiro e o resto é óbvio. Levei um "tunga " de 1.500,00 para ajudar uma pessoa a buscar o seu sonho a milhas de distãncia. Nem Londres e nem a cor do dinheiro. Pensei em lhe dizer "umas boas", mas o que vi é que a vida já está-lhe dando o troco.
Porém, hoje, dediquei o meu dia à um amigo. Ele não admite, mas está tendo uma experiência no mínimo nova. Nesta tarde, quando ele veio em casa e saiu apressado para almoçar com o "dito", fiz questão de emanar à ele todos os pensamentos e energia, para que as coisas fossem positivas. Mais a noite, ele disse-me que o almoço havia sido jóia e que o seu pretê estava indo em sua casa naquele momento para eles conversarem. Ele estava nervoso e eu, de alguma forma, tentei tranquilizá-lo. Agora a pouco cruzo com ele no messenger. O pretê estava deitado na sua cama, e ele me confidenciou o quanto aquilo estava sendo bom. Disse à ele que já estava na hora, pois ele ja viveu muito as histórias dos amigos e que estava na hora de vivenciar as suas próprias linhas. Mais uma vez, choramos juntos, mesmo a 30 kilômetros de distância. Fechei o meu sábado com chave de ouro em compartilhar com um amigo a felicidade dele, que passa a ser minha também. Portanto, meu querido Gustavo, faça dessa história digna de boas lembranças, independente de tempo ou compromisso. Já te falei e volto a repetir: "ele" foi ao seu encontro de uma maneira singela e pura. Fiquei encantado com a história e com a maneira que ele vem te conquistando. Diria, para revota de alguns, que parece mais um paquera hétero...aquela sem pressa, com ligações, bons papos e a conquista vem no pacote.
Antes de falar com o Gú, ainda no sábado, e intencionalemnte deixado aqui para fechar esse post, recebi em mãos, impressa e com fotos, uma carta do meu irmão caçula. Ele gosta muito de escrever e sei que isso ele herdou de mim. Além de ter escolhido o jornalismo e ele ter acompanhado isso, desde cedo eu fazia questão de incitá-lo a ler, já que eu tinha essa hábito muito forte desde a minha adolescência. Pois bem, aqui estão alguns trechos desse meu presente:
"Olhamos para o horizonte junto contigo e, de alguma forma, percebemos ou intuímos que lá, bem lá na frente, o que se pode ver através do mar infinito de possibilidades é algo relmente bom. E eu Ale, vejo somente sucesso nessa empreitada, vejo somente bons abrcos que te guiarão nesta nova viagem, nesta viagem de horizontes."
"A vida é assim...uma hora estamos sentados sobre pedras, estáticos, vendo a vida passar, mas logo, seguimos na primeira onde que passa, em direção a uma nova fase que mal conhecemos e que ainda tememos, mas isso, afinal, não é ruim...novas experiências são validas, então, fechemos os olhos para entrar no escuro".
" O que não pode ser ao menos dito hoje, é sentido. Sinto as coias boas que passamos juntos, sinto sentimentos inconfundíveis, sinto palavras ditas, gargalhadas ouvidas, emitidas, e até mesmo o cheiro das velhas casa por onde pssamos, moramos...sinto que o passado, o futuro ou o presente são relativos e que sinto...sinto saudade".
"Dentro de uma caixinha em minha memória vou guardar tudo o que vai me fazer lembra de você: filmes, risadas, músicas anos 70, óculos rai-ban, disco, abbam gatos, astrologia, jornalismo, comunicação, sex and the city, friends, anette, gustavo, aline, facul, São Paulo, Playcenter, viagens, inconstante, voz, amarelo, super-amigos, aquaman, Balão Mágico, Trem da Alegria, Menudo, Xuxa..."
" E por um instante, esses dias, ouvindo música em casa, lembrei que em breve estará partindo...fiquei tristonho, pensativo e até levei os meus pensamentos na sua ida como um infinito. Se te conheço bem sei que não voltará...é um fim de um ciclo e para mim isto é um pouco difícil, já que sou mais fixado nas raízes (uma delas, você). Não importa o que aconteça, eu posso ficar triste agora, mas em muito breve veremos o seu talento atuando. Nos falaremos por fone, e-mail ou até mesmo por sinal de fumaça e acompanahrei a sua evolução, o seu renascimento. Voe Fênix! Estarei sempre aqui, seu irmão Thiago, compartilhando felicidades com você".
Eu mesmo parei para pensar se não há excessos nessa minha partida. Excessos de tristeza, de medo de romper, excesso até de zelo. E descobri que não, sabem porquê? Por que também há excesso de amor entre a minha família, pequena e unida, e entre os meus amigos, escolhidos pelo caráter. Meu irmão tem 19 anos e ele sempre me teve com exemplo. Não escolheu o pai dele, escolheu a mim, portanto, hora difícil a da despedida.