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Meu perfil BRASIL, Sudeste, BAURU, Homem, de 26 a 35 anos, English, Arte e cultura, Cinema e vídeo MSN - alezuza@hotmail.com |
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Eu tenho dois sobrinhos. Sou padrinho de ambos e isso para mim soa como uma missão descompromissada. Levo o título à sério, mais sei que meus poderes...rs...vão até um certo ponto. Hj, minha sobrinha caçula completa 6 anos. Embora pertença a uma família em que a genética predominante são de pessoas magras, e ela também o é, essa menina é uma glutona-mor. Talvez por isso tenha nascido na hora do almoço...rs. Lembro-me que nesse dia desci correndo a tarde para o hospital, a poucas quadras do meu serviço, para vê-la. Tive receio de pegar, tamanha a fragilidade do pequeno ser. Uma amiga da minha irmã cismava em dizer que ela tinha "a bocona do Alessandro"...rs. É óbvio, assim como em toda família pequena e unida, que acompanhei de perto todos esses anos dessa figuraça. Elora, minha querida, não faz nem de longe aquele estilo "menina fresca". É supercentrada e emotiva para a idade dele. Toda vez que assisti à "E.T." chora desvairadamente. Ao se ver em alguma filmagem em que aparece triste, o choro não persiste a vir. Não é manhosa e é extremamente articulada. Uma de suas particularidades é chamar os seus amiguinhos por nome e sobrenome. A mim, ela varia: Ale ou Tio Ale. Esses dias, ao me ver com o cabelo cortado, prostou-se atrás de mim, passou a mão em minha cabeça e comentou: "Olha...cortou o cabelo!". Porém, até um tempo atrás, após ser contrariada ela virava e dizia na lata: "Você não é mais meus amigo". Geniosa essa garota! Eu faço a linha tio-chato. Aquele que belisca, assusta e que dá bronca. Mas também sou aquele que assisti o mesmo desenho inúmeras vezes, o que se senta ao chão para brincar de bonecas e que vai as festinhas na escola.
Complicado imaginar essa menina daqui alguns anos. O máximo, que desejo além de todos os bons sentimentos, é que ainda esteja por aqui, para estar ao lado dela, pronto para tudo!
Parabéns Loloca!


Ontem, por volta das 13:30, e cerca de 400 km de distância alguém não estava bem. Instável, afoito, atarefado. Muitas idéias na cabeça, planos a cumprir, preocupação com todos. Depois de se justificar sobre o porquê da sua ausência nos minutos anteriores, diz:
"Como faço para ligar pra vc?"
Gelei...tremi...adorei! Dei-lhe o número do local em que trabalho, especificamente, o da minha sala. Um minuto, dois minutos...cinco minutos. Mais nenhum texto enviado...silêncio. O telefone toca e uma outra funcionária atende:
Alessandro, é pra vc!
Seis passos até o telefone, poucos instantes para ouvi-lo.
Pronto!
Olá Alessandro
E aeh moço (risos nervosos)! Está melhor?
Mais ou menos, e vc?
Ahhhhhhhhh....estou bem. Está chovendo aqui, o dia meio triste. Estava absorvendo o que você estava me falando.
Olha...liguei só para ouvir a sua voz e para te mandar um beijo.
Pô...como você é chato...ja vai desligar?
Preciso Alê...isso aqui está pegando fogo. Um beijão para você. Liguei só para te dar um beijo.
Beijos. Obrigado por ter ligado.
Beijos.
Assim, ouvi a voz de quem fala comigo virtualmente, cerca de algumas horas por dia, em conversas pertinentes e de grande valia. Alguém que se mostra sincero, que faz questão de deixar tudo tão explicado de um jeito "eu sou assim mesmo". Uma pessoa que quando percebi já estava fisgado: pelo papo, pelos sonhos, pelos gostos, pela malandragem, pela cara boa e agora, pela voz. E alguém que ama gatos ( tem dois) assim como eu, que pedala todas as noites para espairecer, que abomina lugares da moda e que é tão bemresolvido e solidificado em sua maturidade que se diz apaixonado por Legos. Ele é canhoto, usa um brinco e é meio bruxo, por isso possui o poder de enfeitiçar pessoas que se dizem tão difíceis e a sua missão acaba sendo a de domar rapazes chatos e mimados.
Hj, já nos "vimos". O seu cumprimento veio na forma de um "Bom dia meu gatinho". Hum...quem não gosta disso tudo? Fez questão, sem eu ao menos mencionar, de me fornecer o seu novo horário, frisando um "para que você sempre me encontre".
Ambos temos experiências em amores virtuais que concretizaram-se no real. Esse tipo de amor é uma possibilidade, por que não, para uma bela história. Eu torço por isso! E você?
Nunca dei grande importância para presentes materiais. Os que convivem comigo há anos sabem que eu dou muito mais importância ao cartão do que o presente propriamente dito. Comovo-me com a lembrança, com a preocupação, com a presteza...muito mais do que com uma caixa e um mebrulho dentro. Tanto é, que acho meio uma falta de respeito ganhar algo e não vier junto um cartãozinho com algumas palavras pessoais. E costumo guardar para sempre. É óbvio que para isso é necessário uma convivência maior ou um entrosamento já estabelecido com a outra pessoa. Fazer uma linha meramente social torna-se educado, porém, vazio. Ontem não ganhei um cartão, e sim, um telefonema. Era minha irmã, Sandra. Segue um pouco a conversa:
Lê, eu estava comentando com a mãe que gostaria de lhe dar um presente antes de vc ir embora. Há uns dois meses venho falando com ela, mas ela nunca sabe o que vc quer e fica difícil. Queria te dar algo que simbolizasse algo importante pra vc...algo que vc quisesse muito.
San, na boa, não quero nada mesmo, estou desencanado de presente e minha cabeça está toda voltada para São Paulo...
Mas eu não estou perguntando se vc quer. Eu quero te dar alguma coisa e faço questão que isso signifique muito pra vc. Eu ouvi vc comentando essa semana que iria ir na USC fazer o pedido do seu diploma e encomendá-lo. Então eu vou dar o seu diploma de presente. (Faço um adendo aqui para explicar que, além de pagar os 4 anos de curso, assim que formado, é necessário pagar R$ 160,00 pelo diploma simples)
Bom, acabei aceitando o presente, principalmente pelo fato simbólico. O gesto em si, não propriamente o presente, torna-se muito mais precioso do que o bem. Não importa se por trás dele está uma preocupação, uma ação de agrado ou uma lembrança. Aline veio da Bahia e trouxe-me um colarzinho. Ric, diante dos mil comentários sobre o filme "O Grito", conseguiu uma camiseta do filme para me presentear. Revirando caixas, outro dia, descobri um cartão de aniversário do Gustavo enviado nos meus 20 anos, em 1994. Recentemente fui padrinho de casamento de dois amigos o que para mim foi um presente para o resto da vida, assim como inúmeras vezes em que cheguei em casa meio febril e descobri que minha mãe havia feito sopa de batatas, aquela que eu gosto desde criança. Gestos.
Comunidade: Amor gay Tópico: Já teve o coração partido?
Alessandro posta: 12/15/2004 6:53 AM
Sim...estilhaçado. Mas não deixei a pessoa perceber. Tbém não fui mais atrás, na verdade, ele veio. Bom, mas foi a minha hora de dizer "não quero mais", afinal de contas ele não valorizou o quanto eu estava me dedicando a ele.
Ric posta: PODRE ALEZINHO! 1/17/2005 2:49 AM
Ale, se um dia eu cruzar com o canalha que te partiu o coração parto pra cima do sujeito.
Como alguêm pode fazer uma coisa tão escrota com um lindo como vc!
Tá vendo, quando não é a Samara sempre tem um puto querendo te levar pro fundo do poço.rs
Bom,meu coração deve ser feito de rabo de lagartixa, sempre tá se recuperando...
Alessandro posta: Ric 1/17/2005 3:34 AM
Obrigado por me defender, meu nobre cavalheiro! Mas passado é passado e acho que vc pode cuidar mais do meu coração do que ele, afinal, quando ele sente que vc esta por perto, ele ja dá altas palpitadas. Beijos...beijos...e beijos!
Quem diria!!! Logo no primeiro paredão o candidato-gay do BBB5 foi lançado ao julgamento popular. Após o anúncio do Bial, o professor universitário alegou que o motivo para isso seria a sua sexualidade homossexual e emendou dizendo que, tal motivo, seria um enorme preconceito. Gostei do que li no site do BBB em que ele salienta o posicionamento do brasileiro diante os gays. "Gente, o problema é que eu sou gay. O Brasil é um país muito cordial, mas é um país preconceituoso também". Não sei, e não estou acompanhando o programa à fundo para saber se há preconceito dos marombados em relação a ele. Mas, ali, bem no fundinho, o fato do gay estar a frente da mulherada e tendo ao seu lado a empatia delas, pode ter causado um lance de inferioridade em alguns homens da casa. Ao ver o programa ontem e o desabafo do baiano indaguei-me sobre o comportamento dos meus amigos héteros para comigo. E no mesmo momento veio a imagem de alguns deles dizendo que eu uso um discurso fajuto ao dizer que sou gay apenas para grudar nas meninas e passar a mão em suas pernas....rs! Patético esse posicionamento e sinto até uma ponta de verdade, por parte deles, quando eles colocam tal assunto na roda e fica saliente que atrás da brincadeira, há fragmentos do que eles realmente pensam. Será que os héteros, diante de suas mulheres, sentem-se inferiores aos gays ou até mesmo, enciumados??? Hum...conclusões pessoais de cada um, por favor!
Fim de semana:
Sexta, depois de levar o Gustavo para ver "O Grito" acabei mais rindo do que qualquer outra coisa. Como já havia visto o filme na quarta e já sabia a hora das principais cenas de susto, fiz questão de observar o pulo do meu amigo e me esbaldar de rir com os seus faniquitos, tipo, assistindo o filme com a mão no rosto e espiando entre os vãos dos dedos. Em seguida fomos encontrar a turma de jornalismo no Bar Imprensa. Estavam lá: katarini e Rafael, Fernando e Fernanda, Diego e Carol, Lilian, eu e o Gú. Conversas engraçadas com a Katarini e com o Diego e o Gustavo falando alto nos momentos "vamos alfinetar o Alessandro".
No sábado fui ver a fofa da Aline que chegou da Bahia e me trouxe um colar lindo feito pelos índios, se não me engano, caiapós. Tava com saudade daquela tranqueira, porém, a mesma foi sanada de forma vexatória já que a piscina que pegamos na casa da Kat, em pleno sábado à tarde, serviu para que ficassemos MUITO BÊBADOS somente com vodka e suco de manga. Nunca, mas nunca mesmo, havia ficado naquele estava e em tão pouco tempo - uma hora e meia. Após chegar em casa, por volta das 20 h, tombei na cama e quatro horas depois estava de pé e sem ressaca, coisa que não tenho. Menos mal!
Domingão fui com o meu irmão pegar dois Dvds e a após assistir novamente "Alguém tem que ceder" fui para a casa da Aline. Começamos a romaria e fomos a casa dos Fernandos levar o jogo de luzes usado na festa do Ano Novo. O Fer Rosa quer organizar um chá-bar para a minha despedida. Achei engraçado, mas não faço questão...vamos ver! Em seguida fomos no Gustavo pegar a camera digital e batermos um papo rápido.
Ah...o Fabrício me ligou e estamos acertando as coisas para a mudança.
Os meninos de Sampa estão de olho em apê para nós
O Ric madrugou no messenger e hj, já bem cedinho, me recepcionou de forma calorosa...coisa boa!
O Paulo gosta de whisky....rs!
Alguém aqui ainda brinca de Lego? Rs...
